domingo, 11 de setembro de 2011
CARNAUBAIS EM FESTA - I
terça-feira, 6 de setembro de 2011
C O N V I T E

segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O Limeirão teve suas obras iniciadas
O blog visitou pela manhã a construção do estádio de futebol Antônio Lima de Albuquerque, seu Limeira, como tornou-se popularizado no municipio, sendo vereador em Assu por Carnaubais e vereador também depois de nossa emancipação.
O estádio que teve suas obras iniciadas nesta semana, já apresenta as primeiras fundações básicas, demarcados os seus alicerces, estando toda uma etapa de alvenaria sendo realizada pra fixação da sua muralha.
A homenagem foi fruto de uma enquete realizada no blog de Magno Marques, sendo o agraciado o vencedor da consulta aos internautas e por mérito do seu trabalho prestado ao esporte em épocas bem mais dificeis do que o atual momento.
Seu Limeira foi um colaborador do esporte servindo de árbitro, além da paixão que devotava ao esporte amador.
O novo estádio já começa a ser chamado pelos simpatizantes do futebol de "LIMEIRÃO".
Blog aluiziolacerda
Vítimas de derrame são tratadas com saliva de morcego
Entre os pioneiros no tratamento estão especialistas do Hospital da Universidade de North Staffordshire que estão desenvolvendo um poderoso novo medicamento que utiliza uma proteína na saliva dos animais para dissolver coágulos no cérebro.
Os cientistas buscaram a saliva dos morcegos devido à capacidade que ela tem de tornar o sangue das vítimas dos animais fino o suficiente para que eles possam sorvê-lo.
O medicamento já foi testado em duas pessoas e já está sendo considerado pelos pesquisadores como o maior avanço no tratamento de derrames nos últimos 20 anos.
Atualmente, vítimas de derrames precisam receber injeções de drogas capazes de dissolver coágulos em no máximo quatro horas após os ataques terem ocorrido, para que o medicamento ainda surta efeito.
Mas a nova droga derivada da saliva do morcego, chamada desmoteplase, pode ser dada aos pacientes até nove horas após os derrames terem sido registrados.
De acordo com Christine Roff, pesquisadora da Universidade de North Staffordshire, o medicamento ainda está em fase de testes, mas se estes forem bem-sucedidos, a droga poderá ser usada regularmente dentro de três anos.
Transcrito Robson Pires
G 1